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Dicas para montar uma adega perfeita

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Algumas dicas sobre equipamentos e organização para ter uma adega em casa! Ter uma adega na própria casa é o sonho de muitos enófilos, mas tal conquista requer certo conhecimento no mundo dos vinhos, já que existem variáveis importantes, como luminosidade, temperatura, acessórios, etc. Existem vários modelos de adegas para se ter em casa, então é importante escolher a que combina com a proposta que você procura. Pensando nisso, separamos algumas dicas valiosas que vão te auxiliar na deliciosa jornada que é montar um acervo pessoal de vinhos.
Os diferentes tipos de adega
Muito antes das adegas climatizadas, existiam aquelas construídas no subsolo das casas, justamente para favorecer as bebidas com a temperatura mais baixa comparado ao interior da residência. Com as consequentes mudanças no estilo de vida da sociedade, essa prática ficou para aqueles que tem a oportunidade de manter a tradição. Este tipo de adega é a adega passiva, reconhecida como “tradicional cave francesa”: é aquele quarto escuro e frio que não precisa de tecnologia para manter a temperatura e luminosidade adequada. Investir em uma adega passiva funciona melhor com coleções maiores.
A adega termoelétrica, entretanto, é uma boa contraproposta à adega passiva. Este tipo de adega é climatizada e realiza uma troca de calor com o ambiente externo por meio de uma placa de cerâmica. Sem usar muita eletricidade, a temperatura da adega termoelétrica fica 10°C abaixo da temperatura externa.
Para aqueles que buscam um modelo mais moderno, a adega com compressor pode ser a melhor alternativa. Ao contrário da termoelétrica, que retira o calor de dentro da adega, o compressor deste modelo injeta ar frio nos compartimentos e resfria o interior. Em relação à quantidade, escolha a compatível com o espaço, e as garrafas, que você tem.
Baixa temperatura e pouca luz
Agora você precisa saber sobre a luminosidade necessária para a sua coleção. A luz pode alterar o sabor dos vinhos, a durabilidade e até mesmo a cor! É por isso que a adega deve ficar o máximo de tempo longe da luz solar, com o intuito de preservar a bebida.
Recomenda-se que a adega não sofra grande oscilação de temperatura – afinal, o vinho envelhece e muda com o passar do tempo. Vivendo em temperaturas muito quentes, voltamos lá para a primeira questão: o modelo de adega mais adequado nesses casos é o termoelétrico ou o com compressor, para simular uma temperatura mais baixa e evitar que sua coleção seja comprometida.
Depois de organizar a arquitetura da sua adega, você precisa completar a coleção com os acessórios necessários, como decanter, saca-rolhas e corta-gotas. Os saca-rolhas mais conhecidos são o de rosca, de abas, elétrico e o simples. O de melhor manuseio é o elétrico, que tem como vantagem evitar que a rolha quebre na hora de sacá-la.
Enquanto isso, o corta-gotas é indispensável ao servir o vinho para evitar que ele respingue e cause manchas indesejáveis. O utensílio não se passa de um bico encaixado no gargalo da garrafa que impede o desperdício ao servir uma taça. Já o decanter deixa o vinho mais puro ao separar a bebida dos sedimentos quando esta fica armazenada por muito tempo. É importante estudar a taça ideal para cada tipo de vinho, de forma que ele seja apreciado da melhor forma possível.
O mundo dos vinhos possui uma infinidade de informações interessantes esperando para serem descobertas. Montar uma adega só vai adicionar nos seus conhecimentos sobre a bebida!
Abaixo algumas dicas de vinhos para a sua adega!
Espumantes
Indicamos dois que você deve ter sempre em sua adega: o Messias Bairrada Brut Milésime, sequinho, equilibrado e com ótima acidez; e o 3B Filipa Pato, rosé seco, frutado e muito saboroso. Ambos são elaborados na Bairrada, a principal região portuguesa para espumantes.

Brancos
Aposte em uma uva que foge das mais comuns e escolha o branco argentino o Alambrado Viognier. Elegante e equilibrado, apresenta aromas delicados florais e frutados (damascos e pêssegos), com notas de baunilha. De Portugal, há o Marquês de Borba Vinhas Velhas branco. Esse vinho traz a complexidade dos vinhedos antigos das uvas Alvarinho, Antão Vaz, Arinto e Roupeiro. Possui grande frescura e mineralidade, além de deliciosa untuosidade que resulta da fermentação e do estágio em barricas de carvalho durante 6 meses, ao longo dos quais se realizaram bâtonnage.

Rosés
O Finca Beltran Duo Malbec e Syrah Rosé é fresco e saboroso. elaborado em Mendoza, na Argentina, é destaca-se pela delicadeza. Se quiser um francês, escolha o Le Rosé de Floridene, de intenso aroma de groselha, maracujá e morango. No paladar é seco, saboroso e refrescante.
Tintos
Os vinhos do Sul da Itália possuem taninos macios e adocicados que conquistam paladares por todo o mundo – e são excelentes para compor sua adega. Aqui duas dicas, ambos os vinhos foram elaborados com a maravilhosa uva Primitivo: Lucarelli Primitivo Puglia IGP e o Due Mari Primitivo Puglia IGT.
Um vinho tinto para todos os momentos é o Ramos Reserva. De características frutadas e taninos macios, é uma combinação das uvas Aragonez e Trincadeira. Apresenta deliciosos aromas e sabores de frutas vermelhas como amoras. Amadurece durante 6 meses em barricas de carvalho francês. A safra 2018 recebeu 90 pontos na publicação Wine Enthusiast.

Fortificado
Toda adega que se preze deve ter um vinho fortificado! Escolha o Porto Burton’s 10 Anos, de aromas que remetem à madeira e especiaria. Em boca é deliciosamente doce e de final prolongado.
“BEBA COM MODERAÇÃO”

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