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Do rap a clássico literário: veja atrações do Festival de Curitiba para quem ama música

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Programação conta show de Emicida e com texto inspirado em Clarice Lispector. O rapper Emicida durante show no Theatro Municipal de São Paulo, registrado no documentário AmarElo
Reprodução/Amarelo
Ao comemorar 30 anos de história, o Festival de Curitiba não poderia deixar de valorizar os espetáculos que celebram a união entre a música e a dramaturgia.
O primeiro destaque é o concerto “AmarElo”, de Emicida, um show sobre sonhos e esperanças. Previsto para única apresentação no Guairão, “AmarElo” ganhou sessão extra, após o esgotamento de ingressos para a primeira sessão.
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As apresentações serão nos dias 07 de abril, às 21h (esgotado) e 17h (sessão extra). Os ingressos são R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada) + taxa de serviço.
Veja a programação completa do festival
Para um mundo em decomposição, Emicida optou por escrever como quem manda cartas de amor. O resultado desse exercício é o projeto de estúdio do rapper paulista, AmarElo, em que ele propõe um olhar sobre a grandeza da humanidade.
Agora, o artista leva este trabalho para os palcos. No repertório as novas canções, como a faixa-título e “Eminência Parda”, além de músicas que marcaram a sua carreira.“Vai ser uma honra imensa estar num Festival que há tanto tempo exalta a arte e as diferentes formas de cultura”, afirmou Emicida.
Leia tudo sobre o Festival de Curitiba
Clarice Lispector
Uma das obras mais emblemáticas de Clarice Lispector (1920-1977) é celebrada no 30º Festival de Curitiba por meio do musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”.
O espetáculo promete emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma imigrante alagoana no Rio de Janeiro cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel.
As apresentações acontecem no Guairão no dia 9 de abril, às 21h, e 10 de abril, às 19h, dentro da Mostra Lúcia Camargo.
Brasileiro, Profissão: Esperança
Brasileiro Profissão Esperança: no palco serão tocados grandes clássicos como Ternura Antiga, Manhã de Carnaval e A Noite do Meu Bem.
Divulgação
Com direção da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, a peça chega ao palco do festival nos dias 31 de março e 01 de abril às 21h, no Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 – Centro).
Na peça, Pontes conta a história de dois grandes nomes da cultura popular, a cantora Dolores Duran (1930-1959) e o cronista Antônio Maria (1921-1964), por meio de canções e crônicas. No repertório musical, grandes clássicos como Ternura Antiga, Manhã de Carnaval, Valsa de uma Cidade, Castigo, Lama, Fim de Caso e A Noite do Meu Bem.
O texto teve outras versões com Maria Bethânia e Ítalo Rossi (1971), Clara Nunes e Paulo Gracindo (1973) e Bibi Ferreira e Gracindo Jr (1998).
MARCELO OURO – BRASILIZANDERSON
Nos dias 03 de abril as 19h e 09 de abril as 17h, o espetáculo traz Marcelo Ouro acompanhado do seu violão e suas canções autorais que falam das crônicas do dia a dia que perpassam entre os sentimentos, entre os fatos e desejos, alinhando tudo isso com sua autenticidade musical e brasilidade.
A entrada é gratuita no Largo da Ordem e se propõe a fazer o público cantar, dançar, pensar e sorrir.
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