Paraná

Por falta de espaço para atender todos os alunos, escola de Ibiporã continua com ensino remoto

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Escola Estadual Ulysses Guimarães está em prédio cedido pela Prefeitura, e divide o espaço com uma escola municipal. Colégio estadual em Ibiporã aguarda reparos há quase dois anos
Uma escola estadual de Ibiporã, no norte do Paraná, está mantendo o ensino remoto porque não tem estrutura para atender todos os alunos que estão matriculados na instituição. Pais de estudantes e professores reclamam da falta da estrutura.
A Escola Estadual Ulysses Guimarães está instalada em um prédio cedido pela prefeitura da cidade, dividindo espaço com uma escola municipal.
Em 2018, a Secretaria de Estado da Educação e Esporte (Seed) anunciou a construção de um prédio somente para a escola. As obras começaram em 2019 e foram concluídas no primeiro semestre de 2020.
Apesar disso, segundo o governo do estado, vândalos invadiram o novo prédio e roubaram toda a fiação, além de quebrarem portas. Uma empresa foi contratada para fazer os reparos, mas até o momento o serviço não foi feito.
Sem estrutura, escola mantém ensino remoto
RPC Londrina
Késia Santos, que é mãe de um aluno da escola, disse que recebeu com alegria a notícia de que o filho voltaria a estudar presencialmente, em fevereiro, mas se frustrou ao ver a situação atual.
“Não tem uma aula de leitura, uma biblioteca. Falta tudo. As crianças sofrem, e a gente sofre junto. Eu acho que já passou dos limites da entrega do prédio, a escola tá pronta”, afirmou.
A Escola Ulysses Guimarães atende 580 alunos de 11 a 17 anos e faz parte do modelo cívico-militar.
O que diz a Seed
A Seed afirmou que uma licitação foi aberta após a ação dos vândalos para a realização dos reparos, mas a empresa contratada desistiu do serviço no começo de 2021.
A licitação foi refeita e uma segunda empresa assumiu o trabalho, porém ainda não realizou os reparos. A secretaria disse que notificou a contratada e existe a possibilidade de rescisão do contrato, mas não deu prazo para a entrega do colégio.
O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional informou que o prazo para a empresa fazer os reparos no prédio venceu em janeiro e que o custo previsto era de R$ 87 mil.
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