Paraná

Acusado de matar bailarina Magó fica em silêncio durante interrogatório, em Mandaguari

acusado-de-matar-bailarina-mago-fica-em-silencio-durante-interrogatorio,-em-mandaguari
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp


Réu pelo assassinato de Maria Glória Poltronieri Borges não respondeu na audiência às perguntas do juiz, do promotor e do assistente de acusação da família da vítima. Magó foi vítima de violência sexual e foi morta em uma chácara em 2020. Acusado de matar Magó fica em silêncio durante interrogatório na Justiça
O acusado do assassinato da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó, ficou em silêncio durante interrogatório, na segunda-feira (7), no Fórum de Mandaguari, no norte do Paraná, em uma nova etapa do processo sobre o crime.
Maria Glória tinha 25 anos e foi encontrada morta no dia 26 de janeiro de 2020, em uma chácara em Mandaguari, onde tinha ido acampar.
Exames do Instituto Médico-Legal (IML) comprovaram que ela sofreu violência sexual e foi asfixiada.
Um ano depois, morte da bailarina é lembrada com saudade e homenagens em Maringá
Suspeito de matar bailarina alega que fez sexo com a vítima de forma consentida e nega homicídio, diz polícia
Pai de bailarina diz esperar que caso não seja esquecido: ‘Essa foi a única luta que a minha filha perdeu’
Flávio Campana, que está preso desde 28 de fevereiro de 2020, não respondeu na audiência às perguntas do juiz, do promotor e do assistente de acusação da família de Maria Glória.
Desde março de 2020, Campana é réu por homicídio com três qualificadoras – feminicídio, utilizou de meio cruel e para assegurar impunidade a outro crime – e também pelos crimes de estupro e ocultação de cadáver.
O g1 tenta contato com a defesa do réu.
Família de Maria Glória espera que investigações sobre morte da bailarina não sejam esquecidas
Arquivo pessoal/Maurício Borges
Conforme o processo, uma testemunha, hoje com 21 anos, acusa Campana de tê-la estuprado quando ela tinha 6 anos de idade.
É aguardado agora que o processo passe por novas fases de provas, para então seguir para a etapa de alegações finais das partes.
Após esse período, o juiz decidirá se há provas suficientes para que Flávio Campana vá a júri popular pelo assassinato de Magó ou se poderá ser solto.
VÍDEOS: Mais assistidos do g1 PR
Veja mais notícias da região no g1 Norte e Noroeste.

MAIS NOTÍCIAS

PUBLICIDADE

Rolar para cima