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Como começar a investir com pouco dinheiro?

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Se a sua desculpa para não investir é a falta de dinheiro, confira as nossas dicas É comum pensarmos que o mundo dos investimentos só está disponível para quem pode começar com valores altos, mas não se engane. Para começar a fazer o seu dinheiro render, basta ter vontade, estudar sobre o tema e começar. Então para que as suas desculpas acabem, vamos te explicar como começar a investir mesmo sem muito dinheiro.
Poupar ou investir?
Para Paulo Vinicius Padilha, Gerente de Captação do Sicredi, primeiro é importante entender que existe uma diferença entre poupar e investir.
Poupar significa guardar o dinheiro e tê-lo disponível. Para começar a poupar quanto mais cedo melhor e qualquer valor é válido. A poupança é um dos produtos mais conhecidos dos brasileiros e que com apenas R$ 20,00 você já pode abrir uma poupança e começar a poupar.
Já quando o assunto são investimentos, a ideia é fazer o dinheiro render e se multiplicar, neste caso quanto maior for a quantia, o tempo disponível e o risco assumido, maiores poderão ser os retornos para o investidor, sempre respeitando as particularidades de cada investidor e cada investimento.
Por onde começar?
Essa não é a hora de acreditar em aplicativos milagrosos que vão te enriquecer de um dia para a noite, e muito menos em cursos que vendem investimentos fora da realidade. Para quem está começando, é importante começar com uma instituição de confiança que possa te oferecer assessoria de investimentos.
“Instituições financeiras cooperativas, como o Sicredi, são uma excelente possibilidade de investimento para qualquer tipo de investidor, pois possui um portfólio completo, capaz de atender os mais variados públicos e necessidades, reinveste os recursos captados na economia local e ao final do exercício devolve aos seus associados parte dos resultados positivos obtidos pela cooperativa. Parte do “lucro” da cooperativa é dividida entre os associados, ou seja, as pessoas que têm uma conta corrente e investem no Sicredi conforme a proporção do seu investimento e outras soluções financeiras que o associado tiver. É uma relação de ganha-ganha, pois quando mais o associado acredita e prefere os produtos da sua cooperativa, mais ela cresce e com mais crescimento, este resultado positivo é posteriormente compartilhado com o dono da cooperativa, ou seja, o associado”, explica Paulo Vinicius Padilha, Gerente de Captação do Sicredi.
A reserva de emergência é importante?
Para Paulo Vinicius Padilha, antes de pensar em investir é recomendado que primeiro tenha um bom controle do seu fluxo de caixa para ter bem claro qual a sua capacidade para investimentos, segundo que você tenha uma reserva de emergência, o equivalente de 6 a 12 meses de suas despesas pessoais fixas.
Esta reserva é muito importante e deve ser usada em caso de emergências, por isso precisa estar sempre disponível e livre de oscilações de valor, neste caso a poupança é uma excelente recomendação. Ao manter uma reserva de emergência, você protege seus investimentos de resgates inesperados que podem comprometer seu rendimento e seus investimentos.
Atenção para os riscos
O mundo dos investimentos pode apresentar alguns riscos, por isso é importante conhecê-los mesmo se estiver no começo da sua jornada com aplicações financeiras. Para o Gerente de Captação do Sicredi, esses são os principais:
Risco de mercado: são as oscilações do valor dos ativos
Risco de liquidez: é o risco de não conseguir vender o ativo no momento desejado por um valor justo
Risco de crédito: que significa não receber de volta o dinheiro investido, sem dúvida o principal e mais temido dos riscos.
Para não dar brechas é importante respeitar seu perfil de investidor e apetite a riscos. Também é importante não ceder à tentação da rentabilidade, por mais alta que seja, caso ela não esteja de acordo com o seu perfil de investidor. “Desconfie de investimentos que ofereçam retornos muito acima do praticado pelo mercado, este pode ser um sinal de risco de crédito futuro, como diz o ditado, é melhor um pássaro na mão do que dois voando”, aconselha Paulo Vinicius Padilha, Gerente de Captação do Sicredi.
E não se esqueça, prefira instituições e profissionais sérios e consolidados para fazer seus investimentos e busque informações sobre a classificação do rating de crédito da instituição onde você pretende investir. O Sicredi, por exemplo, possui as melhores classificações do mercado brasileiro, atestadas por empresas internacionais que fazem a análise da saúde financeira da empresa, como a Standart & Poor´s, Fitch Ratings e Moody´s.

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