Bandeira vermelha: COE altera matriz de risco por conta do aumento da circulação viral

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Devido ao aumento de casos de Covid-19 confirmados em Toledo, apontando para uma maior circulação viral, o Centro de Operações Emergenciais (COE) deliberou a mudança da matriz de risco para vermelha, indicando alto risco de contágio. A decisão foi tomada em reunião extraordinária dos técnicos realizada nesta terça-feira (11), no Auditório Acary de Oliveira.

Na semana Epidemiológica 01/2022 foram 276 novos casos; na semana anterior (52/2021), haviam sido 15. “Estes dados foram levados em conta na análise durante nosso encontro e corroboram com a decisão pela alteração da bandeira”, explica o diretor-geral da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e integrante do COE, Fernando Pedrotti.

Pedrotti ainda disse que as ações realizadas pela administração municipal, convocando vários setores, entre eles igrejas, Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit) e Câmara de Vereadores, motivando a vacinação e os cuidados preventivos, como uso correto da máscara, distanciamento social e assepsia frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, sinalizam a preocupação do Executivo.

Sobre a dispensação do imunizante, o diretor-geral lembrou que ela está à disposição em todas as unidades básicas de saúde (UBS) do município. “As pessoas vacinadas estão menos suscetíveis à forma grave da doença. Estamos observando o aumento dos casos, porém o número de internados em enfermaria e unidade de terapia intensiva não tem acompanhado essa alta, como em momentos anteriores”.

Pedrotti ainda disse que, mesmo assim, existe  a preocupação. “Quanto mais casos, maiores as chances de termos casos graves”, reforça.

Sobre a mudança de bandeira, o COE, em caso de aumento dos casos, tem autonomia para mudar a matriz de risco a qualquer momento, conforme o comportamento da pandemia no município. “A indicação de risco é uma forma de sinalizarmos para a população a importância de reforçar os cuidados. As pessoas precisam compreender que existe uma situação preocupante por conta da alta circulação viral em nosso meio”, pontua.

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