Saúde altera fluxos e reforça equipes devido ao aumento das suspeitas de Covid-19

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Os dados da Secretaria de Saúde de Toledo apontaram um crescimento relevante no fluxo de pacientes nas duas unidades de atendimento a situações emergenciais. A situação é justificada por conta do aumento de casos de síndromes gripais, entre elas Covid-19 e H3N2, e tem causado uma demora maior na espera por consultas no Pronto Atendimento Municipal Doutor Jorge Nunes (PAM/Mini Hospital) e na Unidade de Pronto Atendimento José Ivo Alves da Rocha (UPA/Vila Becker).

No mês de dezembro, o Mini Hospital havia retomado os atendimentos clínicos das diversas patologias em virtude da diminuição dos casos suspeitos de Covid-19. Porém, na última semana, o número de consultas saltou de, aproximadamente, 90 atendimentos/dia, para mais de 310. “Foi uma situação inesperada e demandou a volta da exclusividade do PAM em atender apenas pacientes com síndromes gripais”, explica o diretor-geral da Secretaria da Saúde e secretário interino, Fernando Pedrotti.

Com isso, de acordo com Pedrotti, houve uma procura maior pela UPA, na Vila Becker, o que também fez a espera por atendimento aumentar. “Estamos ajustando os fluxos. Já realizamos a convocação de mais profissionais, por meio de Processo Seletivo Simplificado (PSS), entre eles dois médicos, e se houver a necessidade serão chamados mais profissionais de saúde de outras áreas. Em relação aos médicos, apenas aguardamos os trâmites legais para eles começarem a atender efetivamente”, acrescenta.

Ainda de acordo com as informações da Secretaria de Saúde, não está descartada a possibilidade da adoção de locais exclusivos para atendimento de casos suspeitos, as chamadas ‘unidades sentinela’. “Sobre estes pontos exclusivos, temos que pensar com cuidado, pois seriam utilizadas unidades básicas de saúde, comprometendo outros serviços da rede”, conclui.

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