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Pesquisa para saber quantas pessoas com TEA residem em Toledo é lançada

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Formado recentemente a pedido do prefeito Beto Lunitti, o grupo de trabalho denominado “Rede de Atenção ao Portador com Transtorno do Espectro Autista (TEA)” deu início a um levantamento que visa quantificar o número de pessoas em Toledo que têm este quadro devidamente diagnosticado ou ainda sob investigação. A pesquisa se dará por meio de formulário eletrônico no qual as famílias que convivem com esta situação podem preencher com informações básicas, bem como as relacionadas ao atendimento médico e educacional recebido pelo paciente.

De caráter intersetorial, o grupo de trabalho que se tornará em breve uma comissão permanente, conta com representantes de órgãos departamentos das secretarias de Saúde (Gestão, Saúde Mental, Caps-i, Caps II e Atenção Primária), da Educação (Gabinete e Cipe [Centro Integrado de Políticas Educacionais Professora Maria Iaschombek Doege]) e de Assistência Social e Proteção à Família, bem como da Associação de Familiares e Amigos dos Autistas (Vida). “As informações que serão fornecidas no preenchimento deste formulário nos dará uma ideia de quantas pessoas com autismo temos em Toledo, a idade delas, o bairro ou distrito em que residem, as necessidades que possuem e as lacunas e gargalos dos serviços públicos. Com esses dados em mãos, será possível elaborar uma proposta específica para este público”, explica a coordenadora pedagógica do Cipe, Danieli Bringmann.

A diretora de Saúde Mental da SMS, Leila Machado, destaca que o trabalho do grupo do qual faz parte fica prejudicado pela falta de dados relativamente simples e extremamente necessários. “Por mais que a gente procure buscar isso em vários bancos de dados, é uma informação que está pulverizada. Estamos divulgando este formulário para o maior número possível de pessoas a fim de que tenhamos mais assertividade no planejamento e na execução de ações, sabendo quantas pessoas já tiveram seu diagnóstico de autismo confirmado, quantos ainda estão sob investigação, quantos são atendidos pelo SUS [Sistema Único de Saúde], quantos procuram a rede particular e quantos estão na fila de espera para algum atendimento. Tudo isso é muito importante”, pontua.

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