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França emite mandado de prisão internacional contra o brasileiro Carlos Ghosn, ex-chefão da Renault e Nissan

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Promotores franceses investigam abuso de ativos corporativos e lavagem de dinheiro. Ghosn, que também tem nacionalidade francesa e libanesa, mora no Líbano. Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan, durante entrevista coletiva em 29 de setembro de 2020
Hussein Malla/AP
A justiça francesa emitiu nesta sexta-feira (22) um mandado de prisão internacional contra o brasileiro Carlos Ghosn, ex-CEO da Renault e da Nissan, como parte de uma investigação conduzida em Nanterre (Hauts-de-Seine), por abuso de ativos corporativos e lavagem de dinheiro, informou a promotoria à imprensa francesa.
Ghosn, que também tem nacionalidade libanesa e francesa, deveria ter sido julgado em Tóquio por peculato financeiro. Mas ele mora em Beirute desde que fugiu do Japão, no final de 2019 e o país não extradita seus cidadãos.
Promotores na França emitiram mandados de prisão internacionais para Ghosn e mais quatro pessoas. Um dos mandados mira o bilionário Suhail Bahwan, dono de uma distribuidora de veículos em Omã, que promotores alegam ter sido usada para canalizar fundos da Renault para uso pessoal de Ghosn.
Os outros três mandados de prisão são contra os dois filhos de Bahwan e o ex-gerente geral da Suhail Bahwan Automobiles, disse.
Em Nanterre, os investigadores estão interessados em quase 15 milhões de euros em pagamentos considerados suspeitos entre RNBV (consórcio Renault/Nissan) e o distribuidor do fabricante de automóveis francês em Omã, Suhail Bahwan Automobiles (SBA).
Carlos Ghosn, que comandava a multinacional Nissan, foi preso em novembro de 2018 no Japão
AFP

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