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Dólar opera em queda, abaixo de R$ 4,75

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Na terça-feira (29), a moeda norte-americana fechou em queda de 0,29%, a R$ 4,7577. Cédulas de dólar. notas, dinheiro, dólares, cotação, câmbio, valor, economia. -HN-
Peter Fussy/G1
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (30), com os investidores avaliando o resultado e consequências imediatas das discussões de paz entre Rússia e Ucrânia.
Às 10h01, a moeda norte-americana recuava 0,61%, a R$ 4,7286. Veja mais cotações.
Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 0,29%, a R$ 4,7577. Com o resultado, passou a acumular recuo de 7,73% no mês. No ano, tem baixa de 14,66% frente ao real.
Como comprar dólar?

Guerra da Ucrânia: negociações avançam e Rússia promete diminuir ataques
O que está mexendo com os mercados?
No exterior, o dólar opera em queda contra a maioria das moedas. Os preços do petróleo sobem ao redor de 2%, com o barril do Brent negociado acima de US$ 112. Os investidores monitoram os sinais de avanços nas negociações entre Rússia e Ucrânia.
A Rússia prometeu na terça-feira reduzir as operações militares em torno de Kiev e de outra cidade, mas os Estados Unidos alertaram que a ameaça não acabou depois de a Ucrânia propor adotar status neutro em sinal de avanço nas negociações presenciais.
“Embora o otimismo em relação à discussões de paz entre Rússia e Ucrânia em Istambul tenha elevado o apetite por risco ontem, a falta de resultados palpáveis deve reduzir o apetite por risco hoje”, disseram economistas do UniCredit em nota a clientes.
Na agenda doméstica, a FGV mostrou que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ficou em 1,74% em março e a ainda acumula alta de 14,77% em 12 meses, com o reajuste dos combustíveis já refletindo nos índices de inflação.
A confiança do setor de serviços registrou alta em março, após quatro meses seguidos de quedas, segundo a FGV. No comércio, a confiança ficou praticamente estável em relação a fevereiro.
A disparada nos preços das commodities e juros em patamares elevados no Brasil e o diferencial em relação aos juros nos EUA e outras economias têm contribuído para o fluxo de dólares para o país e para a valorização do real em 2022. O Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia.
Projeções do mercado
O mercado financeiro piorou a projeção para a inflação e para a Selic em 2022. A estimativa para o IPCA no ano subiu de 6,59% para 6,86%. Para 2023, a previsão passou de 3,75% para 3,80%.
Já a previsão para a taxa básica de juros da economia foi mantida em 13% ao ano para o final de 2022.
O mercado manteve a estimativa de crescimento do PIB deste ano estável em 0,50%.
A projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022 recuou de R$ 5,30 para R$ 5,25. E para o fim de 2023, caiu de R$ 5,22 para R$ 5,20 por dólar.

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