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Guerra na Ucrânia: veja os principais acontecimentos recentes

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Rússia oferece novos corredores humanitários para prosseguir com a retirada de civis. Grandes empresas estão deixando a Rússia por consequência da guerra. A guerra na Ucrânia chegou nesta quarta-feira (9) ao seu 14º dia, marcado pela continuação dos corredores humanitários e novas sanções contra os russos. Já são mais de 2 milhões de refugiados fora do país e um número ainda maior de pessoas que estão se deslocando dentro do território ucraniano ou presos em cidades cercadas pela Rússia.
Veja os principais fatos recentes da guerra:
A Rússia continuará abrindo os corredores humanitários às 10h no horário de Moscou (4h no horário de Brasília), assim como fez nesta terça. Os corredores humanitários partirão de Kiev, Kharkiv, Mariupol, Chernihiv e Sumy, que estão entre as cidades mais atacadas. O governo ucraniano tem denunciado que a Rússia descumpriu os últimos corredores humanitários e afirmou que a retirada de civis de Mariupol fracassou novamente nesta terça-feira. Os russos afirmam que há sabotagem de grupos nacionalistas ucranianos.

O governo dos Estados Unidos anunciou que proibiu as empresas do país de comprar de petróleo da Rússia. A Rússia é o maior exportador de óleo e gás natural do mundo. O país já havia sido submetido a sanções pela invasão à Ucrânia, mas as exportações de óleo para energia haviam sido poupadas. Com isso, o barril do petróleo passou de US$ 130.
Em resposta, Putin assinou um decreto que restringe a importação e exportação de bens e matérias-primas “para garantir a segurança da Federação Russa”, segundo informou a agência russa de notícias Interfax. Ainda não foi especificado que tipo de material ficará restrito.
Seguindo o passo de várias multinacionais que decidiram se distanciar de Moscou após a invasão da Ucrânia, McDonald’s, Coca-Cola, Pepsico e Starbucks decidiram interromper suas operações na Rússia.
O secretário de transportes do Reino Unido, Grant Shapps, disse nesta terça-feira que qualquer aeronave russa que cruzar o espaço aéreo britânico poderá ser interceptada pelo governo do país. A medida parece focar no transporte privado de empresários e oligarcas russos.
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