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Embaixada reforça pedido para que brasileiros abandonem Donetsk e Luhansk ‘sem demora’

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Não há recomendação para que cidadãos brasileiros na Ucrânia deixem outras áreas do país. Fachada da Embaixada Brasileira em Kiev em foto sem data
Governo Brasileiro
Embaixada do Brasil na Ucrânia reforçou o pedido, nesta quarta-feira (23), para que cidadãos deixassem as regiões de Donetsk e Luhansk “sem demora”.
Em uma rede social, a embaixada em Kiev repetiu a recomendação feita ainda no fim de semana, para que as províncias separatistas no leste ucraniano fossem evitadas.
“Com relação aos desdobramentos dos últimos dois dias, a Embaixada reforça sua recomendação de atenção e para que sejam evitadas visitas às províncias ucranianas de Donetsk e Luhansk. Aconselha-se aos cidadãos que já estejam nessas regiões que considerem deixá-las sem demora.”
Na segunda-feira (21), o presidente russo Vladimir Putin reconheceu, em decreto, a independência das províncias separatistas de Donetsk e Luhansk.
A região também poderá receber soldados russos para operações de “manutenção de paz”, segundo a decisão do Kremlin.
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No sábado (19), a embaixada em Kiev já havia recomendado que os brasileiros no país redobrassem a atenção e evitassem as províncias dominadas por rebeldes pró-Rússia.
“Aconselha-se aos cidadãos que já estejam nessas regiões que considerem deixá-las sem demora. Os cidadãos brasileiros na Ucrânia devem ainda estar atentos à possibilidade de novos cancelamentos ou adiamento de voos internacionais na próxima semana”, disse o comunicado.
Até a semana passada, a Embaixada afirmava que não havia “recomendação de segurança contrária à permanência na Ucrânia”. E pedia apenas que os brasileiros se mantivessem em “alerta” e “atualizados”.
Donetsk e Luhansk
As autoproclamadas repúblicas Donetsk e Luhansk são dois enclaves separatistas que ficam no Leste da Ucrânia, com forte influência eslava.
Em 2014, logo após a anexação da Crimeia pela Rússia, os rebeldes separatistas, apoiados por Vladimir Putin, protagonizaram um conflito armado com as forças do governo ucraniano que deixou mais de 14 mil mortos.

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