Chile fecha 2021 com inflação de 7,2%, a mais alta em 14 anos

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Taxa anual ficou bem acima da meta de 3% estabelecida pelo Banco Central, patamar atingido em 2020. O Chile registrou em dezembro uma inflação de 0,8%, acima do esperado, e fechou 2021 com uma alta de 7,2% dos preços domésticos, o nível mais alto em 14 anos – informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A alta em dezembro foi impactada por itens como transportes, alimentação e bebidas não alcoólicas.
Os analistas previam um aumento menor, próximo a 0,5%.
A inflação anual ficou, por sua vez, bem acima da meta de 3% estabelecida pelo Banco Central, patamar atingido em 2020.
Em 2021, os preços internos no Chile subiram, acompanhando o aumento do valor dos insumos em todo mundo e em meio a uma maior liquidez no nível local, após a entrega de benefícios sociais por parte do governo e das três retiradas antecipadas de fundos de aposentadoria aprovadas no Congresso para mitigar os efeitos da pandemia da covid-19.
Apenas o saque dos fundos de pensão privados significou uma injeção de US$ 50 bilhões na economia.
Para 2021, o governo estima uma expansão em torno de 11,5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra a queda de 5,8% registrada em 2020.
No Brasil, o IPCA-15, considerado a prévia da inflação fecha o ano em 10,42%, maior valor desde 2015. A inflação oficial medida pelo IPCA será divulgada pelo IBGE na terça-feira (11).
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