Principal acusado de atentados de Paris reaparece em tribunal após superar covid

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O julgamento começou em setembro e, agora, entra em uma nova fase, com o interrogatório de 14 acusados. Suspeitos por atentados de 2015 em Paris começam a ser julgados
O julgamento dos atentados que deixaram 130 mortos em Paris em novembro de 2015 foi retomado nesta quinta-feira (6) com a presença do principal acusado, Salah Abdeslam, que contraiu Covid-19 no final de dezembro na prisão.
O julgamento começou em setembro e, agora, entra em uma nova fase, com o interrogatório dos 14 acusados presentes.
Sobreviventes, pessoas próximas das vítimas e investigadores já deram seus testemunhos.
A atenção está voltada para Abdeslam, o único dos extremistas que promoveram o atentado em 15 de novembro de 2015 que ainda está vivo.
Representação dos acusados no processo dos atentados coordenados de 13 de novembro de 2015 em Paris, entre eles, Salah Abdeslam, o primeiro da esquerda para a direita
Benoit Peyrucq/AFP
Os atentados simultâneos ocorreram em frente ao Estádio da França, ao norte de Paris, nos terraços da capital e na casa de shows Bataclan.
Acusados no tribunal
Abdeslam não comparecia ao tribunal desde 25 de novembro, e voltou nesta quinta-feira, depois que vários testes médicos consideraram que estava em condições de ir.
Outro acusado, Osama Krayem, se recusou, inicialmente, a comparecer. Finalmente, aceitou ir ao tribunal depois que a Justiça indicou que o obrigaria à força se fosse necessário.
Antes de suspender temporariamente a audiência, o presidente do tribunal, Jean-Louis Périès, afirmou que seria “obrigado a usar a força pública para fazê-lo comparecer”, já que estava previsto seu interrogatório.
Após chegar ao tribunal, Périès lembreu a Krayem seu “direito de ficar em silêncio”. Em uma carta lida pouco antes por sua advogada Margaux Durand-Poincloux, ele anunciou sua decisão de não tomar mais a palavra.
Ele afirmou que o julgamento é uma farsa, e que ninguém busca a verdade, na concepção dele.
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