Coreia do Norte dispara projétil não identificado, diz exército sul-coreano

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Projétil caiu no mar a leste da península asiática, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em um comunicado. Entre setembro e outubro de 2021, Coreia do Norte anunciou que havia realizado com sucesso testes de mísseis de cruzeiro de longo alcance, mísseis balísticos lançados de submarino e de trem, além do que definiu como teste de míssil hipersônico. O líder norte-coreano Kim Jong Un durante visita à cidade de Samjiyon, em foto sem data divulgada em 16 de novembro de 2021 pela KCNA
KCNA/Reuters
A Coreia do Norte disparou um projétil não identificado ao mar, informaram os militares sul-coreanos nesta quarta-feira (5, noite de terça em Brasília), no que seria o primeiro teste militar de Pyongyang em 2022.
O projétil caiu no mar a leste desta península asiática, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em um comunicado, sem dar mais detalhes sobre o lançamento.
Entre setembro e outubro de 2021, o país comunista anunciou que havia realizado com sucesso testes de mísseis de cruzeiro de longo alcance, mísseis balísticos lançados de submarino e de trem, além do que definiu como teste de míssil hipersônico.
Desde então, a atividade militar de Pyongyang estagnou enquanto o regime comunista mantém o silêncio sobre os pedidos de negociações dos Estados Unidos.
Em uma importante reunião do partido na semana passada, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, não mencionou os Estados Unidos e defendeu a continuação do desenvolvimento de suas capacidades militares, em linha com a estratégia implantada em seus dez anos de mandato, que lhe rendeu sanções internacionais significativas.
O país abandonou as negociações sobre seu programa nuclear desde que o diálogo entre Kim e o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fracassou em 2019.
O sucessor de Trump, o democrata Joe Biden, afirmou repetidamente a disposição do novo governo de se reunir com representantes norte-coreanos.
Mas, até agora, Pyongyang menosprezou esta oferta e acusou Washington de manter sua política “hostil”.
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