África do Sul suspende toque de recolher após avaliar que pico da ômicron passou no país

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Governo tomou a decisão com base em níveis de vacinação e capacidade disponível no setor saúde. O uso de máscaras em locais públicos continua obrigatório. Mulher é vacinada contra a Covid-19 em Joanesburgo, África do Sul, no dia 6 de dezembro.
Shiraaz Mohamed/AP
A África do Sul suspendeu o toque de recolher entre meia-noite e 4 da manhã, após avaliar que superou o pico de sua quarta onda da Covid-19, impulsionada pela variante ômicron.
O país tomou a decisão com base na trajetória da pandemia, níveis de vacinação e capacidade disponível no setor saúde, de acordo com um comunicado divulgado por Mondli Gungubele, ministro na presidência.
Por outro lado, o uso de máscaras em locais públicos continua obrigatório. Deixar de usá-las, quando necessário, continua sendo um crime na África do Sul.
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A África do Sul está, atualmente, no mais baixo de seus níveis de alerta contra Covid-19. Os alertas do país têm cinco estágios, destacou a agência de notícias Reuters.
“Todos os indicadores sugerem que o pico da quarta onda passou no país”, disse um comunicado da reunião especial do gabinete realizada na quinta-feira.
Dados da Secretaria de Saúde da África do Sul apontaram queda de 29,7% no número de casos novos detectados na semana encerrada em 25 de dezembro, em relação ao número de casos apurados na semana anterior, de 127.753.
A África do Sul, com cerca de 3,5 milhões de infecções e 91 mil mortes, foi o país mais atingido na África durante a pandemia em ambos os casos.
Limite para reuniões
Além de suspender as restrições de circulação de pessoas, o governo disse que as reuniões em locais fechados não podem ultrapassar 1 mil pessoas. Já ao ar livre, os eventos podem comportar o limite de 2 mil pessoas.
“Embora a variante ômicron seja altamente transmissível, houve taxas mais baixas de hospitalização do que nas ondas anteriores”, disse o gabinete.

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