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Israel bloqueia entrada de estrangeiros e amplia quarentena por variante ômicron

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Estrangeiros não poderão entrar no país por duas semanas e israelenses terão prazo maior de isolamento ao retornar. Além disso, ‘lista vermelha’, com quase 50 países, designa locais de destino proibido e de onde cidadãos terão regras ainda mais rígidas de quarentena ao voltar. Passageiros chegam ao aeroporto Ben Gurion, em Israel, em foto de 1 de novembro
Jack Guez/AFP
O governo de Israel anunciou neste sábado (27) que irá bloquear, durante duas semanas, a entrada de todos os estrangeiros no país, para tentar frear a disseminação da variante ômicron do coronavírus (B.1.1.529).
O país já registrou um caso, de uma paciente que viajou ao Malauí, e tem mais sete suspeitos. Após a identificação da contaminação, havia sido bloqueada a entrada de viajantes de sete países do continente africano.
Uma lista de mais dezenas de países que se tornam destino e origem proibidas foi publicada (leia abaixo), com validade a partir de segunda-feira, dia 29 de novembro.
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Neste sábado, além do bloqueio geral a estrangeiros e dessa lista, foi definido ainda que israelenses totalmente vacinados que desejam retornar ao país deverão fazer um isolamento de 72 horas após a chegada e serão submetidos a dois testes nesse período, que deverão apresentar resultados negativos. Até então, o isolamento era de 24 horas e apenas um teste era exigido.
Já aqueles que não receberam todas as doses de vacina continuarão cumprindo o prazo atual, de duas semanas de quarentena, tendo o prazo reduzido para uma semana caso apresentem um segundo teste negativo.
Lista vermelha
O governo israelense também proibiu que israelenses viajem para países incluídos em uma “lista vermelha” (veja abaixo), com maior risco de contaminação pela variante ômicron. E, os cidadãos que estejam retornando desses locais terão regras diferentes de isolamento: serão encaminhados do aeroporto diretamente a um hotel especial para quarentena, de onde só poderão sair após o resultado de seu primeiro teste.
Caso tenham resultado negativo, poderão cumprir a segunda semana de isolamento em suas casas, onde farão um novo exame sete dias depois do primeiro. Já aqueles que testarem positivo para Covid permanecerão no hotel e seus testes serão encaminhados para que seja feito o sequenciamento de genoma, exame necessário para descobrir a variante do vírus.
Países na lista vermelha de Israel:
África do Sul
Angola
Benin
Botsuana
Burkina Faso
Burundi
Camarões
Cabo Verde
Chade
República Democrática do Congo
Djibouti
Guiné Equatorial
Eritreia
Eswatini
Etiópia
Gâmbia
Gana
Guiné
Guiná Bissau
Costa do Marfim
Quênia
Lesoto
Libéria
Madagascar
Malaui
Mali
Mauritânia
Ilhas Maurício
Moçambique
Namíbia
Níger
Nigéria
Ilhas Reunião
Ruanda
Santa Helena
São Tomé e Príncipe
Senegal
Seychelles
Serra Leoa
Somália
Sudão do Sul
Tanzânia
Ilhas Comores
Togo
Uganda
Zâmbia
Zimbábue

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