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Cubana que, aos 16, teve relação com Maradona diz que argentino a estuprou enquanto a mãe dela estava do lado de fora do quarto

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Mavys Álvarez está na Argentina para prestar depoimento em um processo na Justiça. Um empresário e amigos de Maradona são investigados. Imagem de 18 de novembro de 2021 de Mavys Álvarez, que teve uma relação com Maradona
Javier Gonzalez Toledo / AFP
Mavys Álvarez, uma mulher de Cuba que aos 16 anos teve uma relação com o argentino Diego Maradona, afirmou para a imprensa que o argentino chegou a estuprá-la em um quarto enquanto a mãe dela estava do lado de fora.
As declarações foram dadas ao site Infobae na quinta-feira (19).
O episódio descrito por Álvarez aconteceu em Havana, a capital de Cuba. Ela afirma que estava em um quarto em uma casa com Maradona, e a mãe dela entrou na casa para tentar ver a filha.
A mãe bateu na porta do quarto, que estava trancada.
“Maradona tapou a minha boca para que eu não gritasse, para que eu não dissesse nada, e abusou de mim. Minha mãe veio me ver na casa onde estávamos em Havana, e Diego não quis abrir a porta do quarto. Minha mãe bateu, e ele não abriu. [Ele] me violou. Foi isso o que aconteceu”, ela disse ao Infobae.
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Segunda visita à Argentina
Álvarez foi a Buenos Aires para prestar depoimento em um processo que envolve pessoas próximas a Maradona e que teriam tido participação em supostos crimes cometidos pelo argentino, que morreu em 25 de novembro de 2020.
Maradona conheceu Álvarez quando foi a Cuba para fazer um tratamento para seu vício em drogas.
Há um processo na Justiça da Argentina no qual se pede para que se investigue o que aconteceu em uma viagem que ela fez à Argentina em 2001, quando Álvarez, que hoje tem 37 anos, tinha 16 anos.
Ela relatou que ela ficou dois meses e meio na Argentina e que não podia sair sozinha de casa. Além disso, ela foi submetida a uma cirurgia para aumentar suas mamas, mesmo sem a autorização de seus pais.
Também se investiga como ela entrou no país, já que ela não tinha nem mesmo a documentação necessária para isso na época.
São investigadas no processo pessoas que eram próximas a Maradona, como Guillermo Coppola (um empresário), Omar Suárez e Gabriel Buono (amigos de Maradona).
Mavys Álvarez em Buenos Aires, em 18 de novembro de 2021
Javier Gonzalez Toledo / AFP
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