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Frio será mais intenso na quarta-feira (18) no Paraná, diz Simepar

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Para quem achou que iria esquentar nas próximas horas, está enganado. O Simepar prevê frio mais rigoroso na quarta-feira (18).

De acordo com o meteorologista Lizandro Jacóbsen hoje pode ser considerado o dia mais frio do ano em muitas cidades, em diversas regiões do Paraná, mas não quebrou recordes.

Com a manutenção da massa de ar polar, o clima gelado ganha intensidade amanhã e haverá o reforço do ar mais gelado, com sensação de frio mais acentuada, principalmente no amanhecer.

Nesta terça-feira (17) a sensação térmica ficou mais baixa que os valores registrados nos termômetros, o que deve se repetir na quarta (18).

Cascavel tem sensação térmica de 2°C ao amanhecer

A previsão para amanhã é que seja o dia mais frio da semana podendo registrar geadas tradicionais em algumas regiões, como Metade Sul, Centro Sul, Campos Gerais. Jacóbsen explica que pode acontecer a geada negra, fenômeno prejudicial para a agricultura. Durante a noite o vento fica constante e na madrugada se intensifica.

A temperatura mais baixa do estado nesta terça-feira (17) foi em General Carneiro com 0,5°C e sensação térmica de -2°C. Para amanhã a cidade tem 1,7 mm de chuva prevista para a cidade e temperaturas variando de 2°C a 6°C, com sensação de -2°C.

Cascavel tem previsão de mínima de 4°C e máxima de 9°C, com sensação térmica de 0°C. Não deve chover na cidade.

Vale lembrar que ainda não estamos no inverno. Ele inicia oficialmente no dia 21 de junho às 6h14 e segue até o mês de setembro.

Ciclone

O meteorologista Lizandro Jacóbsen falou sobre o ciclone que está em formação na altura do Litoral gaúcho sobre o oceano Atlântico.

Nesse momento ele atua mais afastado da costa, no entanto as projeções indicam a intensificação do sistema passando a classificação de tempestade na tarde de hoje e atua até a manhã de quarta-feira (18) subindo chegando até o Litoral de Santa Catarina.

No Paraná o ciclone reflete na situação dos ventos mais constantes no período noturno.

Embora os impactos mais severos não estejam projetados para o Estado, o Simepar segue monitorando o fenômeno.

Fonte:CATVE

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