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Em uma semana, casos de dengue aumentam 29,27% em Toledo

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Divulgado nesta quarta-feira (20) pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o primeiro boletim após Toledo decretar pandemia de dengue traz notícias nada animadoras. Do início do atual ano epidemiológico (em agosto de 2021) até o último sábado (16), 583 casos da doença (564 autóctones e 19 importados) foram confirmados, um aumento de 29,27% em relação à semana anterior.

A quantidade de pessoas com dengue pode aumentar ainda mais, pois havia, até o final da semana epidemiológica 15/2022, 353 exames aguardando resultado. Somando os casos confirmados, em análise e os 360 que já foram descartados, 1.296 pessoas com sintomas da doença (manchas avermelhadas na pele, dor abdominal, febre, dor no corpo, cansaço, entre outros) procuraram os serviços de saúde desde agosto do ano passado.

No ranking das comunidades com o maior número de pessoas que testaram positivo para a doença causada pelo Aedes aegypti, as dez primeiras posições ficaram com Centro (59), Paulista (45), Panorama (41), Pancera (39), Novo Sarandi (37), Boa Esperança (35), Pioneira (33), Gisela (32), Operária e Coopagro (25, cada). Em quantidade de criadouros do mosquito encontrados em imóveis no período entre 13 e 20 de abril, o pódio é ocupado por Tancredo Neves (160 focos), Rossoni (146) e Panorama (140).

Neste momento delicado, a SMS, por meio do setor de Controle e Combate às Endemias, orienta a população a redobrar as ações de combate e prevenção ao Aedes aegypti, impedindo que este se reproduza em locais onde a água pode acumular, tais como vasos, pneus, garrafas, calhas, plantas, entre outros lugares. Também recomenda às pessoas que apresentarem sintomas de dengue a procurarem imediatamente atendimento médico, evitando os quadros mais graves da doença. “Para frear a disseminação da dengue em nosso município, é fundamental a realização das vistorias pelos agentes de combate a endemias, os ACEs, nos imóveis. Por isso, quando baterem em sua casa, facilite o trabalho deles e siga todas as orientações que forem dadas”, aconselha a secretária da Saúde, Gabriela Kucharski.

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